Em 1975, a empresa japonesa Nishin Seifun Corporation, instalou uma subsidiaria em Juazeiro - Bahia.

O projeto da empresa se destinava a produção de páprica para suas  fábricas de ração no Japão.

Até então, a Nishin Seifun, da mesma forma que outras empresas de ração no Japão importava a Páprica da Espanha, México e Hungria, para utilização como corante natural para ração, mais especificamente para incrementar a cor amarela da gema de ovo.

O clima seco e a farta disponibilidade de água para irrigação na região do Vale do São Francisco propiciou a produção de Páprica de excelente qualidade.

Em 1991, um grupo brasileiro assumiu a empresa, que passou a se denominar Seifun Comércio e Indústria Ltda.

Os novos acionistas, passaram a investir em tecnologia agrícola para melhoria da qualidade e produtividade de campo e em novos equipamentos para melhoria no processamento industrial.

Além de ter a Nishin Seifun Corporation como cliente, a nova empresa brasileira passou a ser fornecedora de corante natural de Páprica também para outras empresas de ração no Japão, ocupando a posição de um dos principais fornecedores para este mercado.

Em 1994, a Seifun instalou a primeira planta de extração de oleoresina de Páprica do Brasil.

O oleoresina de Páprica é vendido para o Japão, Europa e no mercado interno.

A partir do ano 2.000, a Seifun iniciou a instalação de secadores industriais para a secagem de Páprica e passou a exportar também para a Europa, para os fabricantes de condimentos e especiarias.

Hoje os paises europeus importam a maior parte da páprica que consomem, do Peru, México, Índia, China e Brasil. O produto é exportado para a Europa na forma semi-industrializada, ou seja, desidratado e prensado. A moagem e produção final é feita pelos processadores europeus.

A páprica da Seifun é hoje considerada uma das melhores dentre as que são importadas pelos fabricantes europeus.

Foi então, que a partir de 2.003, a Seifun decidiu investir na produção de outros tipos de produtos desidratados, destinados ao mercado de alimentos.

Passou-se a produzir também a polpa de pimenta, de algumas variedades de pimenta consumidas no mercado brasileiro.

Em 2005, foi inaugurada a filial de Valinhos, destinada a comercialização e distribuição de ingredientes para o mercado de alimentos.

Alem dos produtos de sua fabrica no Vale do são Francisco, a Unidade de Valinhos comercializa ingredientes e aditivos para a indústria de alimentos, importados de tradicionais e conceituados fabricantes no exterior.